Parede de letras coloridas numa sala do IDA, nos Jardins

Aprendeu a ler sozinho.Pergunta sobre o universo na hora de dormir.E chora porque a lição “não faz sentido”.

Avaliação de altas habilidades em São PauloVocês não estão imaginando.

Uma avaliação neuropsicológica de altas habilidades e superdotação para entender como a cabeça do seu filho funciona: onde ela vai longe, onde ela trava e do que ele precisa, em casa e na escola.

Crianças, adolescentes e adultos5 a 10 encontros de 1 horaDevolutiva também para a criança
Quem avaliaCarol Garcia, neuropsicóloga formada pelo Hospital Israelita Albert Einstein
Carol Garcia, neuropsicóloga do IDAJennifer Jesus, neuropsicóloga do IDA
Quem avaliaCarol GarciaNeuropsicóloga do IDA · CRP 06/131078
  • EinsteinFormação em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein
  • Testes aprovadosSó instrumentos com parecer favorável do Conselho Federal de Psicologia
  • Direção clínicaLuana Neves e Thais Serafim acompanham cada caso
Parece com o seu filho?

Sinais de altas habilidades: o que você reconhece?

Não é teste nem diagnóstico. É um jeito de organizar o que você observa, para a gente começar a conversa já sabendo o que chama a sua atenção.

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Marque os sinais que você reconhece no seu filho.

Mandar para o WhatsApp →

O que você marca não fica guardado em lugar nenhum. Só vai para a nossa conversa se você clicar no botão, já escrito na mensagem.

Altas habilidades não é ser bom em tudo. É uma cabeça que funciona num ritmo próprio, e que precisa ser entendida.

Entenda

O que é altas habilidades ou superdotação?

É quando a criança mostra, de forma consistente, um potencial acima do esperado para a idade em uma ou mais áreas: intelectual, acadêmica, criativa, artística, de liderança ou motora.

Um dos modelos mais usados no mundo, o de Joseph Renzulli, olha para três coisas ao mesmo tempo. Por isso a avaliação não se resume a um número de QI.

Dupla excepcionalidade

Altas habilidades com TDAH ou autismo: quando os dois moram juntos.

Uma criança pode ter altas habilidades e também TDAH, autismo ou dislexia. Uma coisa esconde a outra: o potencial disfarça a dificuldade, e a dificuldade apaga o potencial. Por isso muita criança passa anos sendo vista por um lado só.

2e

Por que olhar os dois lados

Quando a avaliação enxerga só uma parte, a escola oferece o apoio errado: mais desafio para quem precisa de organização, ou mais reforço para quem precisa de desafio. A avaliação investiga as duas coisas juntas.

TDAH

Altas habilidades e TDAH

Raciocina rápido e esquece o caderno. A inteligência segura as notas até certo ponto, e depois a desorganização aparece como “falta de vontade”.

TEA

Altas habilidades e autismo

Vocabulário de adulto e um interesse profundo, junto com muita dificuldade na conversa com os colegas ou nas mudanças de rotina.

Aa

Altas habilidades e dislexia

Entende tudo quando ouve e argumenta muito bem, mas a leitura e a escrita não acompanham o que ele sabe.

Como funciona

Como é a avaliação, do primeiro contato até a escola.

A avaliação não termina no laudo. Ela termina quando o que foi descoberto chega na rotina do seu filho.

Agendar a conversa inicial →
  1. Conversa com a família

    Vocês contam a história do seu filho, o que observam em casa e o que a escola diz. É daqui que sai o plano da avaliação.

  2. Os encontros de avaliação

    De 5 a 10 atendimentos de 1 hora, com testes escolhidos para a idade e para a pergunta de vocês, no ritmo da criança.

  3. Devolutiva para os pais

    O resultado explicado com calma, com o laudo por escrito: onde seu filho vai longe, onde precisa de apoio e o que fazer a partir daqui.

  4. Devolutiva para a criança ✦

    Ela também recebe a devolutiva dela, do jeito dela, para conhecer um pouquinho da própria cabeça.

  5. A escola e a casa

    Reunião com a escola, participação no PEI (o plano de ensino individualizado), sugestões de adaptações e de programas para o engajamento da criança, e orientação para vocês em casa.

Parede de blocos de montar numa sala do IDA
Um detalhe que faz diferença

A criança também entende o resultado.

Depois da conversa com os pais, a criança tem a devolutiva dela, na linguagem da idade: do que ela gosta, onde ela é rápida, o que é mais difícil e por quê.

Para uma criança que muitas vezes se sente diferente dos colegas, entender o próprio jeito de pensar é um bom ponto de partida.

Na linguagem da idadeSem rótulo soltoCom os pais por perto
O que está incluído

O que vocês levam para casa.

A avaliação é um processo inteiro, pensado para virar mudança na escola e na rotina.

  • 01

    Laudo detalhado

    Por escrito, com o perfil do seu filho, para levar à escola, ao pediatra ou ao neuropediatra.

  • 02

    Devolutiva para os pais

    Uma conversa para explicar o resultado sem jargão e responder às dúvidas de vocês.

  • 03

    Devolutiva para a criança

    Para ela conhecer o próprio jeito de pensar, na linguagem da idade.

  • 04

    Reunião com a escola

    A gente conversa com a escola sobre o que a avaliação mostrou e o que pode mudar em sala.

  • 05

    Participação no PEI

    Sugestões de adaptações e de programas que a escola possa oferecer para o engajamento da criança.

  • 06

    Orientação para casa

    O que fazer com o tédio, a intensidade e o perfeccionismo no dia a dia da família.

Quero saber como começar →A primeira conversa é pelo WhatsApp, com a equipe do IDA.
Quem avalia seu filho

As neuropsicólogas do IDA.

Formadas em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, com um olhar para a criança que vai além dos testes.

Carol Garcia, neuropsicóloga do IDA, lendo na sala de atendimento nos Jardins, São Paulo

Carol Garcia

Neuropsicóloga · CRP 06/131078

Formada em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, mestranda em Neurociências e Comportamento pela USP e pós-graduanda em ABA. Faz avaliações e laudos neuropsicológicos de crianças a partir de 2 anos e meio, adolescentes e adultos.

Jennifer Jesus, psicóloga e neuropsicóloga do IDA

Jennifer Jesus

Psicóloga e neuropsicóloga · CRP 06/169329

Com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pela PUC-RS e formada em Neuropsicologia Clínica pela Faculdade Israelita Albert Einstein. Desenvolve pesquisa em neurodesenvolvimento, com foco em TEA, TDAH e altas habilidades.

Testes com validade científica.

Usamos só testes com parecer favorável no SATEPSI, o sistema do Conselho Federal de Psicologia que avalia a qualidade científica de cada teste. A escolha depende da idade e da pergunta de vocês. Entre os principais, incluindo os feitos especificamente para altas habilidades:

  • BAAH/SBateria de Avaliação das Altas Habilidades/Superdotação, a mais recente aprovada
  • EICAH/SDEscala em que a própria criança conta as suas características
  • WISC-IVEscala Wechsler de inteligência, dos 6 aos 16 anos
  • SON-R 2½-7Inteligência sem depender da fala, para os pequenos
  • Raven (CPM)Matrizes coloridas: raciocínio
  • NEUPSILIN-InfAtenção, memória, linguagem e funções executivas
  • BPA-2Bateria de avaliação da atenção
  • Criatividade FiguralVersões infantil e para adolescentes e adultos: a criatividade também entra na identificação

Os testes são uma parte. A avaliação também usa a observação da criança, a conversa com a família e as informações da escola.

A avaliação segue o modelo clínico do IDA, sob direção clínica de Luana Neves e Thais Serafim.

Para adultos

E se a pergunta for sobre você?

Muitos adultos começam a se perguntar sobre altas habilidades quando o filho é avaliado. Outros, depois de uma vida inteira se sentindo fora do ritmo: o tédio no trabalho, a intensidade, a sensação de pensar diferente de todo mundo em volta.

A neuropsicóloga do IDA, Carol Garcia, também avalia adultos, com testes aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia para a sua idade e uma devolutiva só com você, para entender o próprio jeito de pensar. Inclusive quando altas habilidades aparecem junto com TDAH ou autismo.

Com a CarolAdultos e jovens adultosCom ou sem suspeita de TDAH ou autismoDevolutiva individual
Conhecer a avaliação de adultos →
Carol Garcia, neuropsicóloga do IDA, que também avalia adultos
Nos Jardins, em São Paulo

Um espaço feito para criança, sem cara de hospital.

A avaliação acontece no IDA, na Rua Pamplona, 145, nos Jardins, com acesso fácil para famílias do Jardim Europa, Jardim Paulista, Itaim Bibi, Vila Olímpia e Moema. Salas pensadas para a criança se sentir à vontade, porque é assim que ela mostra do que é capaz.

  • Crianças a partir de 2 anos, adolescentes e adultos
  • Encontros de 1 hora, em horários combinados com a família
  • Atendimento particular, com recibo para pedir reembolso ao plano
Quero agendar →
Dúvidas comuns

O que os pais perguntam antes de começar.

Altas habilidades e superdotação são a mesma coisa?

No Brasil, os dois termos são usados para a mesma coisa. A legislação da educação usa “altas habilidades/superdotação”.

Meu filho vai bem na escola. Faz sentido avaliar?

Faz, se alguma coisa chama a sua atenção: o tédio, a intensidade, o perfeccionismo, a dificuldade com os colegas. Ir bem nas notas não quer dizer que a escola está dando o que ele precisa.

A partir de que idade dá para avaliar?

Os testes de inteligência começam aos 2 anos e meio. Se a criança é menor e a família já tem perguntas, fazemos uma avaliação para investigar os traços e o desenvolvimento, e acompanhamos a partir daí. Também avaliamos adolescentes.

E se ele tiver TDAH ou autismo também?

É justamente o que a avaliação investiga. A dupla excepcionalidade (altas habilidades junto com TDAH, autismo ou dislexia) é mais comum do que se imagina, e um lado costuma esconder o outro.

Meu filho vai perceber que está sendo avaliado?

Ele vai saber que está ali para a gente conhecer como ele pensa, explicado do jeito dele. Os encontros seguem o ritmo da criança, com materiais pensados para a idade e pausas quando ela precisa.

Adultos também podem ser avaliados?

Podem. A neuropsicóloga do IDA, Carol Garcia, também avalia adultos, com testes aprovados para a idade, e pode investigar ao mesmo tempo sinais de TDAH ou autismo.

Quantos encontros são?

Em média de 5 a 10 atendimentos de 1 hora, além da conversa inicial com a família e das devolutivas para os pais e para a criança.

O laudo serve para a escola?

Serve. Ele embasa a conversa com a escola sobre o PEI e as adaptações, e a gente participa dessa conversa.

Onde fica o IDA?

Na Rua Pamplona, 145, nos Jardins, em São Paulo. Recebemos famílias do Jardim Europa, Jardim Paulista, Itaim Bibi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros e de toda a cidade.

Vocês aceitam convênio?

O atendimento é particular, com recibo para você pedir reembolso ao seu plano de saúde. As condições variam de plano para plano, então vale confirmar com o seu.

Quanto custa?

O valor é passado pelo WhatsApp, depois de uma conversa rápida para entender o que a sua família precisa.

Próximo passo

Se você se reconheceu aqui, vamos conversar.

Conte pelo WhatsApp o que você observa no seu filho. A primeira conversa serve para entender se a avaliação é o caminho para a sua família.

Conversar pelo WhatsApp → A partir de 2 anos · Rua Pamplona, 145, Jardins, SP · Particular, com recibo para reembolso