
A dúvida sobre autismo não precisa durar anos.
Avaliação neuropsicológica para investigar sinais de autismo (TEA) em crianças e adolescentes, nos Jardins, em São Paulo, com um relatório que a escola entende e o médico usa.

- Direção clínicaLuana Neves e Thais Serafim acompanham cada caso
- Testes aprovadosSó instrumentos com parecer favorável no SATEPSI, do Conselho Federal de Psicologia
- Cuidado em seguidaQuem avalia e quem acompanha depois trabalham na mesma equipe
O que costuma acender a primeira dúvida.
Nenhum sinal isolado fecha nada. O que pede investigação é o conjunto, e o quanto ele aparece na rotina de casa e da escola.
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Comunicação
Demorou a falar, fala pouco, repete falas prontas ou usa a linguagem mais para pedir do que para conversar.
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Contato e atenção compartilhada
Olha pouco nos olhos, não aponta para mostrar o que achou interessante, parece não ouvir quando é chamado pelo nome.
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Brincar
Brinca sempre do mesmo jeito, enfileira ou organiza os brinquedos, entra pouco na brincadeira de faz de conta com outras crianças.
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Rotina e mudanças
Sofre muito com imprevisto, quer a mesma ordem das coisas, e uma mudança pequena vira uma crise grande.
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Sentidos
Incomoda-se com barulho, etiqueta, textura de comida ou luz, ou procura muito movimento, aperto e balanço.
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Convivência
Tem dificuldade de entrar numa roda, de manter amizade, ou se relaciona melhor com adultos e crianças mais velhas.

Avaliar cedo não é rotular cedo.
A pergunta que a família faz não é "meu filho tem um rótulo?". É "o que ele precisa, e quando". Quanto antes essa resposta chega, antes começa o apoio certo, em casa e na escola.
Se a avaliação não encontrar autismo, também é resposta: ela investiga atraso de linguagem, TDAH, altas habilidades, ansiedade e questões de sono, e aponta o caminho que faz sentido.
Diagnóstico não muda quem é a criança. Muda o que a gente sabe oferecer a ela.
Como é a avaliação, do primeiro contato até a escola.
Não é um teste só. É um retrato construído com instrumentos padronizados, observação da criança e a conversa com quem convive com ela.
Agendar a conversa inicial →- 01
Conversa com a família
Vocês contam a história do desenvolvimento do seu filho, o que observam em casa e o que a escola diz. É daqui que sai o plano da avaliação.
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Os encontros de avaliação
De 5 a 10 atendimentos de 1 hora, com instrumentos escolhidos para a idade e para a pergunta de vocês, no ritmo da criança.
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A escola e os outros profissionais
Com a autorização de vocês, ouvimos a escola e conversamos com quem já acompanha a criança, como fonoaudióloga, terapeuta ocupacional ou pediatra.
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Devolutiva e laudo
O resultado explicado com calma e um relatório por escrito: o que foi encontrado, com hipótese diagnóstica quando houver, e o que fazer a partir daqui.
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Devolutiva para a criança
Quando faz sentido para a idade, ela também recebe a devolutiva dela, do jeito dela.
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O que vem depois
Reunião com a escola, participação no PEI e a indicação do acompanhamento: terapia ABA, psicoterapia, orientação parental ou o que o caso pedir.
Nem tudo que se parece com autismo é autismo.
Separar isto é boa parte do trabalho, e é o que evita anos de caminho errado.
Atraso de linguagem
A criança fala pouco, mas se comunica por outros meios, entra na brincadeira e busca o outro. Aí a pergunta é de linguagem, não de autismo.
Altas habilidades
Vocabulário de adulto, interesse profundo num assunto e pouca paciência com os colegas aparecem nos dois, e também podem existir juntos.
TDAH
Não responder quando é chamado e não parar na brincadeira pode ser desatenção, e os dois quadros convivem com frequência.
Ansiedade e timidez
Uma criança muito ansiosa evita contato, trava na roda e sofre com mudança, sem que isso seja autismo.
Muito mais que um laudo.
Tudo isto faz parte da avaliação, sem cobrança à parte.
Relatório detalhado
Escrito segundo as normas do Conselho Federal de Psicologia, para levar à escola, ao pediatra, ao neuropediatra ou ao psiquiatra.
Devolutiva para a família
O resultado explicado sem jargão, com o que ele significa na prática da rotina de vocês.
Reunião com a escola
A gente conversa com a escola sobre o que a avaliação mostrou e o que pode mudar em sala.
Participação no PEI
Sugestões de adaptação e de estratégias que a escola possa oferecer.
Orientação para casa
O que fazer com a rotina, a comunicação e as crises, combinado com vocês.
Caminho de cuidado
A indicação do que vem depois, e a equipe do IDA para seguir junto se vocês quiserem.
Quem faz a avaliação.
A avaliação é feita por neuropsicóloga, com a direção clínica de Luana Neves e Thais Serafim acompanhando cada caso.

Carol Garcia
Neuropsicóloga · CRP 06/131078
Formada em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, mestranda em Neurociências e Comportamento pela USP e pós-graduanda em ABA. Faz as avaliações e os laudos neuropsicológicos do IDA, de crianças a partir de 2 anos e meio, adolescentes e adultos.

Jennifer Jesus
Psicóloga e neuropsicóloga · CRP 06/169329
Com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pela PUC-RS e em Neuropsicologia Clínica pela Faculdade Israelita Albert Einstein. Desenvolve pesquisa em neurodesenvolvimento, com foco em TEA, TDAH e altas habilidades.
O que as famílias perguntam antes de começar.
A psicóloga pode dar o diagnóstico de autismo?+
A avaliação neuropsicológica reúne as evidências e chega a uma hipótese diagnóstica, num relatório que descreve o que foi encontrado. O diagnóstico de autismo é fechado pelo médico, em geral neuropediatra ou psiquiatra, e esse relatório é a base da decisão dele.
A partir de que idade vocês avaliam?+
A partir de 2 anos e meio, que é quando os instrumentos padronizados já se aplicam. Se a criança for menor e a família já tiver dúvidas, converse com a gente mesmo assim: há o que observar e orientar antes disso.
Quantos encontros são?+
Em média de 5 a 10 atendimentos de 1 hora, além da conversa inicial com a família e da devolutiva.
Meu filho fala bem. Ainda assim pode ser autismo?+
Pode. Falar bem não descarta nada. Muitas crianças que falam cedo e têm vocabulário amplo apresentam dificuldade na conversa, na leitura das situações sociais e na flexibilidade, e chegam à avaliação mais tarde justamente por isso.
A avaliação serve para conseguir apoio na escola?+
Serve. O relatório embasa a conversa sobre adaptações e sobre o PEI, o plano de ensino individualizado, e a gente participa dessa conversa com a escola.
E se a avaliação não encontrar autismo?+
Também é uma resposta útil, e é comum. A avaliação investiga atraso de linguagem, TDAH, altas habilidades, ansiedade e questões de sono, e o relatório aponta o caminho de cuidado que faz sentido.
Depois da avaliação, vocês acompanham?+
Acompanhamos, se a família quiser. O IDA tem terapia ABA, psicoterapia infantil e orientação parental, com uma equipe que conversa entre si.
Preciso de encaminhamento médico para começar?+
Não. Muitas famílias chegam por conta própria, só com uma dúvida. Se durante o processo fizer sentido envolver um médico, a gente orienta sobre isso.
Vocês aceitam convênio?+
O atendimento é particular, com recibo para você pedir reembolso ao seu plano de saúde. As condições variam de plano para plano, então vale confirmar com o seu.
Quanto custa?+
O valor é passado pelo WhatsApp, depois de uma conversa rápida para entender o que a sua família precisa.
Onde fica o IDA?+
Na Rua Pamplona, 145, nos Jardins, em São Paulo. Recebemos famílias do Jardim Paulista, Jardim Europa, Itaim Bibi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros e de toda a cidade.
Se precisar de mais, está tudo aqui.
Tirar a dúvida é o primeiro cuidado.
Conte pelo WhatsApp o que você observa no seu filho. A primeira conversa serve para entender se a avaliação é o caminho para a sua família.
Conversar pelo WhatsApp →A partir de 2 anos e meio · Rua Pamplona, 145, Jardins, SP · Particular, com recibo para reembolso