
Não é preguiça. E também não é só fase.
Avaliação neuropsicológica para investigar TDAH em crianças, adolescentes e adultos, nos Jardins, em São Paulo, com um relatório que serve para a escola, para o trabalho e para o médico.

- Direção clínicaLuana Neves e Thais Serafim acompanham cada caso
- Testes aprovadosSó instrumentos com parecer favorável no SATEPSI, do Conselho Federal de Psicologia
- Relatório que andaA avaliação termina na escola e na rotina, não na gaveta
O TDAH não tem a mesma cara em toda idade.
Nenhum sinal sozinho quer dizer TDAH. É o conjunto, a frequência e o quanto isso atrapalha a vida que pedem uma investigação séria.
Na criança e no adolescente
O que a casa e a escola relatam
- Se perde no meio da tarefa e não termina a lição
- Parece não ouvir quando alguém fala com ele
- Não espera a vez, interrompe, se levanta a toda hora
- Perde material, esquece prazos, não sabe por onde começar
- Entende a matéria na explicação e trava na prova
- Se irrita fácil e leva tempo para voltar ao normal
- A escola diz que ele é capaz, mas que não se esforça
No adulto
O que costuma aparecer na conversa
- Adiar o que importa e correr atrás no último dia
- Começar muitos projetos e terminar poucos
- Atrasos, contas esquecidas, compromissos perdidos
- Ler uma página inteira sem lembrar do que leu
- Dificuldade de parar quando o assunto interessa
- Impulsividade em compras, falas e decisões
- A sensação de estar sempre devendo alguma coisa
Muitos adultos chegam ao IDA depois que o filho é avaliado e reconhecem ali a própria história. É comum, e vale investigar.
Avaliar não é colar um rótulo. É descobrir o que está atrapalhando, e o que fazer a respeito.
Como é o teste de TDAH, do primeiro contato até a escola.
Não é um teste só. É um retrato construído com instrumentos padronizados, observação e a conversa com quem convive com a pessoa avaliada.
Agendar a conversa inicial →- 01
Conversa inicial
A família, ou o próprio adulto, conta a história, o que observa no dia a dia e o que a escola ou o trabalho dizem. É daqui que sai o plano da avaliação.
- 02
Os encontros de avaliação
De 5 a 10 atendimentos de 1 hora, com testes escolhidos para a idade e para a pergunta de vocês, no ritmo de quem está sendo avaliado.
- 03
Escola, trabalho e outros profissionais
Com autorização, ouvimos a escola e conversamos com quem já acompanha o caso. O TDAH aparece em mais de um ambiente, e o retrato precisa dessas vozes.
- 04
Devolutiva e laudo
O resultado explicado com calma e um relatório por escrito: onde estão as dificuldades, onde estão os pontos fortes e o que fazer a partir daqui, com hipótese diagnóstica quando houver.
- 05
Devolutiva para a criança
Ela também recebe a devolutiva dela, na linguagem da idade, para entender o próprio jeito de funcionar sem se achar o problema.
- 06
O que muda depois
Reunião com a escola, participação no PEI, sugestões de adaptação em sala e orientação para a rotina de casa.
O que se parece com TDAH e não é.
Boa parte do valor da avaliação está em separar coisas que, de fora, têm exatamente a mesma cara.
Altas habilidades
Quem raciocina muito à frente se entedia com a tarefa fácil e se desliga. De fora, parece desatenção. Os dois também podem existir juntos.
Autismo
Dificuldade de manter o foco no que não interessa, junto com hiperfoco no que interessa, aparece nos dois quadros e pede um olhar mais fino.
Ansiedade
A cabeça ocupada de preocupação tira o foco do que está na frente e vira, na escola, a mesma queixa de falta de atenção.
Sono e rotina
Dormir pouco ou mal produz desatenção, irritabilidade e agitação. É uma das primeiras coisas que a avaliação investiga.

Um relatório que a escola lê e o médico usa.
O documento é escrito segundo as normas do Conselho Federal de Psicologia para documentos psicológicos: identificação, motivo da avaliação, o que foi feito, análise dos resultados, conclusão com hipótese diagnóstica quando houver, e recomendações.
Com ele na mão, a conversa com a escola deixa de ser sobre esforço e passa a ser sobre o que muda em sala. E o médico que decide sobre diagnóstico e tratamento recebe informação, não impressão.
Muito mais que um laudo.
Tudo isto faz parte da avaliação, sem cobrança à parte.
Relatório detalhado
Escrito segundo as normas do Conselho Federal de Psicologia, para levar à escola, ao pediatra, ao neurologista ou ao psiquiatra.
Devolutiva para a família
O resultado explicado sem jargão, com o que ele significa na prática da rotina de vocês.
Devolutiva para a criança
Para ela conhecer o próprio jeito de pensar, na linguagem da idade.
Reunião com a escola
A gente conversa com a escola sobre o que a avaliação mostrou e o que pode mudar em sala.
Participação no PEI
Sugestões de adaptação e de estratégias que a escola possa oferecer.
Orientação para casa
Estratégias para estudo, organização, telas e rotina, combinadas com vocês.
Quem faz a avaliação.
A avaliação de TDAH é feita por neuropsicóloga, com a direção clínica de Luana Neves e Thais Serafim acompanhando cada caso.

Carol Garcia
Neuropsicóloga · CRP 06/131078
Formada em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, mestranda em Neurociências e Comportamento pela USP e pós-graduanda em ABA. Faz as avaliações e os laudos neuropsicológicos do IDA, de crianças a partir de 2 anos e meio, adolescentes e adultos.

Jennifer Jesus
Psicóloga e neuropsicóloga · CRP 06/169329
Com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pela PUC-RS e em Neuropsicologia Clínica pela Faculdade Israelita Albert Einstein. Desenvolve pesquisa em neurodesenvolvimento, com foco em TEA, TDAH e altas habilidades.
O que as famílias perguntam antes de começar.
A avaliação neuropsicológica dá o diagnóstico de TDAH?+
A avaliação reúne as evidências e chega a uma hipótese diagnóstica, com um relatório que descreve o que foi encontrado. O diagnóstico médico e a decisão sobre medicação são do neurologista ou do psiquiatra, que usam esse relatório como base.
Qual é a diferença entre teste de TDAH e avaliação neuropsicológica?+
Não existe um teste único que diga se a pessoa tem TDAH. O que existe é uma avaliação neuropsicológica: vários instrumentos padronizados, somados à observação e à conversa com a família, a escola ou o trabalho. Quando alguém procura teste de TDAH, é disso que está falando.
A partir de que idade dá para investigar TDAH?+
Avaliamos crianças a partir de 2 anos e meio, que é quando os testes padronizados de inteligência já se aplicam. A avaliação é feita por neuropsicóloga, com os instrumentos aprovados para cada idade.
Adultos também podem fazer?+
Podem. Muita gente chega à vida adulta sem nunca ter investigado, e procura a avaliação por causa do trabalho, dos estudos ou das relações. No IDA, a avaliação de adultos é feita pela neuropsicóloga Carol Garcia.
Quantos encontros são?+
Em média de 5 a 10 atendimentos de 1 hora, além da conversa inicial e das devolutivas.
Preciso de encaminhamento médico para começar?+
Não. Muitas famílias chegam por conta própria, só com uma preocupação. Se durante o processo fizer sentido envolver um médico, a gente orienta sobre isso.
Meu filho já toma remédio. Ainda vale avaliar?+
Vale. A avaliação ajuda a entender o que melhorou, o que continua difícil e o que não era TDAH, e dá ao médico informação para ajustar o que for preciso.
E se não for TDAH?+
Essa também é uma resposta útil, e é comum. A avaliação investiga altas habilidades, autismo, dificuldades de aprendizagem, ansiedade e questões de sono, e o relatório aponta o caminho de cuidado que faz sentido.
O relatório serve para a escola?+
Serve. Ele embasa a conversa com a escola sobre adaptações e sobre o PEI, o plano de ensino individualizado, e a gente participa dessa conversa.
Vocês aceitam convênio?+
O atendimento é particular, com recibo para você pedir reembolso ao seu plano de saúde. As condições variam de plano para plano, então vale confirmar com o seu.
Quanto custa?+
O valor é passado pelo WhatsApp, depois de uma conversa rápida para entender o que a sua família precisa.
Onde fica o IDA?+
Na Rua Pamplona, 145, nos Jardins, em São Paulo. Recebemos famílias do Jardim Paulista, Jardim Europa, Itaim Bibi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros e de toda a cidade.
Se precisar de mais, está tudo aqui.
Se isso se parece com a sua casa, vamos conversar.
Conte pelo WhatsApp o que você observa. A primeira conversa serve para entender se a avaliação é o caminho para a sua família.
Conversar pelo WhatsApp →A partir de 2 anos e meio · Rua Pamplona, 145, Jardins, SP · Particular, com recibo para reembolso