Parede de pinos com peças coloridas numa sala do IDA, nos Jardins
Avaliação de TDAH em São Paulo

Não é preguiça. E também não é só fase.

Avaliação neuropsicológica para investigar TDAH em crianças, adolescentes e adultos, nos Jardins, em São Paulo, com um relatório que serve para a escola, para o trabalho e para o médico.

Crianças a partir de 2 anos e meio, adolescentes e adultos5 a 10 encontros de 1 horaParticular, com recibo
Quem avaliaCarol Garcia, neuropsicóloga formada em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein
Carol Garcia, neuropsicóloga do IDA
A equipeCarol GarciaNeuropsicóloga · CRP 06/131078 · formada pelo Hospital Israelita Albert Einstein
  • Direção clínicaLuana Neves e Thais Serafim acompanham cada caso
  • Testes aprovadosSó instrumentos com parecer favorável no SATEPSI, do Conselho Federal de Psicologia
  • Relatório que andaA avaliação termina na escola e na rotina, não na gaveta
Quando investigar

O TDAH não tem a mesma cara em toda idade.

Nenhum sinal sozinho quer dizer TDAH. É o conjunto, a frequência e o quanto isso atrapalha a vida que pedem uma investigação séria.

Na criança e no adolescente

O que a casa e a escola relatam

  • Se perde no meio da tarefa e não termina a lição
  • Parece não ouvir quando alguém fala com ele
  • Não espera a vez, interrompe, se levanta a toda hora
  • Perde material, esquece prazos, não sabe por onde começar
  • Entende a matéria na explicação e trava na prova
  • Se irrita fácil e leva tempo para voltar ao normal
  • A escola diz que ele é capaz, mas que não se esforça

No adulto

O que costuma aparecer na conversa

  • Adiar o que importa e correr atrás no último dia
  • Começar muitos projetos e terminar poucos
  • Atrasos, contas esquecidas, compromissos perdidos
  • Ler uma página inteira sem lembrar do que leu
  • Dificuldade de parar quando o assunto interessa
  • Impulsividade em compras, falas e decisões
  • A sensação de estar sempre devendo alguma coisa

Muitos adultos chegam ao IDA depois que o filho é avaliado e reconhecem ali a própria história. É comum, e vale investigar.

Avaliar não é colar um rótulo. É descobrir o que está atrapalhando, e o que fazer a respeito.

Como funciona

Como é o teste de TDAH, do primeiro contato até a escola.

Não é um teste só. É um retrato construído com instrumentos padronizados, observação e a conversa com quem convive com a pessoa avaliada.

Agendar a conversa inicial →
  1. 01

    Conversa inicial

    A família, ou o próprio adulto, conta a história, o que observa no dia a dia e o que a escola ou o trabalho dizem. É daqui que sai o plano da avaliação.

  2. 02

    Os encontros de avaliação

    De 5 a 10 atendimentos de 1 hora, com testes escolhidos para a idade e para a pergunta de vocês, no ritmo de quem está sendo avaliado.

  3. 03

    Escola, trabalho e outros profissionais

    Com autorização, ouvimos a escola e conversamos com quem já acompanha o caso. O TDAH aparece em mais de um ambiente, e o retrato precisa dessas vozes.

  4. 04

    Devolutiva e laudo

    O resultado explicado com calma e um relatório por escrito: onde estão as dificuldades, onde estão os pontos fortes e o que fazer a partir daqui, com hipótese diagnóstica quando houver.

  5. 05

    Devolutiva para a criança

    Ela também recebe a devolutiva dela, na linguagem da idade, para entender o próprio jeito de funcionar sem se achar o problema.

  6. 06

    O que muda depois

    Reunião com a escola, participação no PEI, sugestões de adaptação em sala e orientação para a rotina de casa.

Não confundir

O que se parece com TDAH e não é.

Boa parte do valor da avaliação está em separar coisas que, de fora, têm exatamente a mesma cara.

AH

Altas habilidades

Quem raciocina muito à frente se entedia com a tarefa fácil e se desliga. De fora, parece desatenção. Os dois também podem existir juntos.

TEA

Autismo

Dificuldade de manter o foco no que não interessa, junto com hiperfoco no que interessa, aparece nos dois quadros e pede um olhar mais fino.

Ans

Ansiedade

A cabeça ocupada de preocupação tira o foco do que está na frente e vira, na escola, a mesma queixa de falta de atenção.

Sono

Sono e rotina

Dormir pouco ou mal produz desatenção, irritabilidade e agitação. É uma das primeiras coisas que a avaliação investiga.

Neuropsicóloga do IDA numa sala da clínica, nos Jardins
O que sai disso

Um relatório que a escola lê e o médico usa.

O documento é escrito segundo as normas do Conselho Federal de Psicologia para documentos psicológicos: identificação, motivo da avaliação, o que foi feito, análise dos resultados, conclusão com hipótese diagnóstica quando houver, e recomendações.

Com ele na mão, a conversa com a escola deixa de ser sobre esforço e passa a ser sobre o que muda em sala. E o médico que decide sobre diagnóstico e tratamento recebe informação, não impressão.

Para a escolaPara o neurologistaPara o psiquiatraPara a família
O que está incluído

Muito mais que um laudo.

Tudo isto faz parte da avaliação, sem cobrança à parte.

  • Relatório detalhado

    Escrito segundo as normas do Conselho Federal de Psicologia, para levar à escola, ao pediatra, ao neurologista ou ao psiquiatra.

  • Devolutiva para a família

    O resultado explicado sem jargão, com o que ele significa na prática da rotina de vocês.

  • Devolutiva para a criança

    Para ela conhecer o próprio jeito de pensar, na linguagem da idade.

  • Reunião com a escola

    A gente conversa com a escola sobre o que a avaliação mostrou e o que pode mudar em sala.

  • Participação no PEI

    Sugestões de adaptação e de estratégias que a escola possa oferecer.

  • Orientação para casa

    Estratégias para estudo, organização, telas e rotina, combinadas com vocês.

Quem avalia

Quem faz a avaliação.

A avaliação de TDAH é feita por neuropsicóloga, com a direção clínica de Luana Neves e Thais Serafim acompanhando cada caso.

Carol Garcia, neuropsicóloga do IDA

Carol Garcia

Neuropsicóloga · CRP 06/131078

Formada em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, mestranda em Neurociências e Comportamento pela USP e pós-graduanda em ABA. Faz as avaliações e os laudos neuropsicológicos do IDA, de crianças a partir de 2 anos e meio, adolescentes e adultos.

Jennifer Jesus, psicóloga e neuropsicóloga do IDA

Jennifer Jesus

Psicóloga e neuropsicóloga · CRP 06/169329

Com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pela PUC-RS e em Neuropsicologia Clínica pela Faculdade Israelita Albert Einstein. Desenvolve pesquisa em neurodesenvolvimento, com foco em TEA, TDAH e altas habilidades.

Dúvidas comuns

O que as famílias perguntam antes de começar.

A avaliação neuropsicológica dá o diagnóstico de TDAH?

A avaliação reúne as evidências e chega a uma hipótese diagnóstica, com um relatório que descreve o que foi encontrado. O diagnóstico médico e a decisão sobre medicação são do neurologista ou do psiquiatra, que usam esse relatório como base.

Qual é a diferença entre teste de TDAH e avaliação neuropsicológica?

Não existe um teste único que diga se a pessoa tem TDAH. O que existe é uma avaliação neuropsicológica: vários instrumentos padronizados, somados à observação e à conversa com a família, a escola ou o trabalho. Quando alguém procura teste de TDAH, é disso que está falando.

A partir de que idade dá para investigar TDAH?

Avaliamos crianças a partir de 2 anos e meio, que é quando os testes padronizados de inteligência já se aplicam. A avaliação é feita por neuropsicóloga, com os instrumentos aprovados para cada idade.

Adultos também podem fazer?

Podem. Muita gente chega à vida adulta sem nunca ter investigado, e procura a avaliação por causa do trabalho, dos estudos ou das relações. No IDA, a avaliação de adultos é feita pela neuropsicóloga Carol Garcia.

Quantos encontros são?

Em média de 5 a 10 atendimentos de 1 hora, além da conversa inicial e das devolutivas.

Preciso de encaminhamento médico para começar?

Não. Muitas famílias chegam por conta própria, só com uma preocupação. Se durante o processo fizer sentido envolver um médico, a gente orienta sobre isso.

Meu filho já toma remédio. Ainda vale avaliar?

Vale. A avaliação ajuda a entender o que melhorou, o que continua difícil e o que não era TDAH, e dá ao médico informação para ajustar o que for preciso.

E se não for TDAH?

Essa também é uma resposta útil, e é comum. A avaliação investiga altas habilidades, autismo, dificuldades de aprendizagem, ansiedade e questões de sono, e o relatório aponta o caminho de cuidado que faz sentido.

O relatório serve para a escola?

Serve. Ele embasa a conversa com a escola sobre adaptações e sobre o PEI, o plano de ensino individualizado, e a gente participa dessa conversa.

Vocês aceitam convênio?

O atendimento é particular, com recibo para você pedir reembolso ao seu plano de saúde. As condições variam de plano para plano, então vale confirmar com o seu.

Quanto custa?

O valor é passado pelo WhatsApp, depois de uma conversa rápida para entender o que a sua família precisa.

Onde fica o IDA?

Na Rua Pamplona, 145, nos Jardins, em São Paulo. Recebemos famílias do Jardim Paulista, Jardim Europa, Itaim Bibi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros e de toda a cidade.

Próximo passo

Se isso se parece com a sua casa, vamos conversar.

Conte pelo WhatsApp o que você observa. A primeira conversa serve para entender se a avaliação é o caminho para a sua família.

Conversar pelo WhatsApp →A partir de 2 anos e meio · Rua Pamplona, 145, Jardins, SP · Particular, com recibo para reembolso